terça-feira, 9 de novembro de 2010

*O FURACÃO*


Olhos desnudos de escuridão
Olhos vistos na solidão
Olhos do coração da terra
Olham a imensidão dos rios de lágrima
A correr pro olho do furacão
Olho gordo devorando, sugando, evaporando
Como bocas de ver idades centenárias
*
Denise Guerra

11 comentários:

Wanderley Elian Lima disse...

Olá menina
E ele passa arrasador, sem dó nem piedade, derrubando prédios e confiscando sonhos.
O blog estava com um problema. Não era virus, mas já foi resolvido.
Obrigado pelas visitas.
Beijos

Denise Guerra disse...

Ai que bom que resolveu, já tava preocupada que até pedi o seu email ao Guará. Valeu amigo! bjs!

Guará Matos disse...

O Olho grande devora, engole...

Bjs.

Meias de Seda (Suzy) disse...

O material você já tem. Já pode publicar um livro, hein. Eu compro!
Bjos ;)

Denise Guerra disse...

Oi Guará, é uma metafora certeira né?! Bjs!

Denise Guerra disse...

Que é isso Suzy, livros são para escritores, eu sou apenas uma curiosa que pensa publicamente de vez enquando. Obrigada pela visitinha e pela força também! bjs!

Dom Quixote (Thomaz) disse...

Realmente uma bleal poesia, cheia de metáforas. Você tem talento, Denise.

Denise Guerra disse...

Oi Dom, obrigada pela força! pena não ter mais tempo para expor com mais frequência as coisas que passam pela minha cabeça. Bjs!

lucidreira disse...

Êta que olho mais gordo! Desse eu tenho medo! Espero que desde olho, nós estejamos fora do seu alcance.
Abraço

Impressões Amazônicas disse...

Muito bom ler suas poesias. Concordo que podem virar livro.

Denise Guerra disse...

Oi Lu, Deus nos livre de tamanho mal!!
Altamiro obrigada pela força!!! bjs!!!

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