segunda-feira, 22 de junho de 2015

Curso de Extensão História e Memória Indígena - Polo Cederj - Duque de Caxias-RJ. Imperdível!


Em parceria com a Escola de História da UNIRIO e o Cederj, a Anpuh-Rio oferece o curso de extensão universitária História e Memória Indígena, coordenado pelo professor Marcos Barreto, doutorando em Memória Social. O curso, realizado em cinco encontros quinzenais, terá carga horária total de 25 h/a. Os encontros serão realizados entre 19h30min e 21h30min no polo Cederj da cidade de Duque de Caxias, cujo endereço se encontra abaixo. Nesse momento serão ofertadas 30 vagas. Antes de realizar sua inscrição tome ciência das seguintes informações:


O curso é gratuito?
Sim. O interessado não terá qualquer despesa com a inscrição.

Qual é o prazo de inscrição?
As inscrições serão realizadas de 21 de junho a 24 de julho de 2015.

Quem pode se inscrever?
Alunos dos cursos de graduação das IES participantes do consórcio Cederj (Cefet, Uenf, Uerj, Uff, UFRJ, UFRRJ, UNIRIO), associados da Anpuh-Rio e professores da rede pública municipal e estadual do município de Duque de Caxias.

Quais serão os critérios para preenchimento das vagas?
Terão preferência as inscrições realizadas por alunos dos cursos de graduação das IES que fazem parte do consórcio Cederj, tanto na modalidade à distância, como na modalidade presencial. Caso ainda restem vagas, terão preferência os associados da Anpuh-Rio.

Como se inscrever?
As inscrições serão realizadas por meio de formulário eletrônico disponível aqui.

Como saber se fui selecionado?
A Anpuh-Rio entrará em contato, por e-mail, com os selecionados e divulgará em sua página eletrônica a listagem com os selecionados.

Quando serão realizados os encontros?
Os encontros são quinzenais e serão realizados nos dias 06/08, 20/08, 03/09, 17/09 e 01/10. Para maiores informações sobre os encontros, ementa e cronograma do curso acessem o arquivo disponível aqui.

Vou receber certificado?
Sim. Todos os inscritos que comparecerem, no mínimo, a 4 encontros receberão certificado de participação com carga horária de 25h/a. Os certificados serão distribuídos pelo responsável no último encontro do curso.



Polo Cederj – Duque de Caxias
Rua Marechal Floriano 555, Jardim 25 de Agosto



Demais dúvidas ou outras informações: anpuhrio@gmail.com
http://site.anpuh.org/index.php/mais-rj/noticias-rj/item/2901-curso-de-extensao-historia-e-memoria-indigena

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Por Favor Repassem e assinem o Abaixo Assinado em favor do Primeiro Museu do Índio e da Aldeia Maracanã- Rio de Janeiro- Brasil*

http://www.defender.org.br/abaixo-assinado-o-brasil-quer-salvar-o-museu-do-indio-do-brasil/
*Aqui o parente José Guajajara falando pela sua etnia na Aldeia Maracanã (Foto:  Zezzynho Andrady)
ALDEIA MARACANÃ (Síntese histórica)O governo do Rio de Janeiro está querendo retirar os indígenas da Aldeia Maracanã e por abaixo o casarão que foi o primeiro Museu do Índio, construído em 1862 para dar lugar a um estacionamento para o estádio...Destruir a Cultura e o Patrimônio Histórico para isso!

para os que acham que a luta pela sua preservação é só capricho de meia dúzia de índios e eco-chatos, como já foi dito aqui por alguns neo-fascistas

Aldeia Maraca-Nã e sua Importância como Patrimônio Brasileiro - Terreno de 14.500m2 doado pelo Duque de Saxe em 1865 para ser um Centro de Pesquisa e Referência Indígena e Sementes Nativas e Caboclas. Em 1910, o Marechal Rondon cria lá o SPI (Serviço de Proteção ao Indio). Em 19/04/1953 Darcy Ribeiro cria ali o primeiro Museu do Indio da América Latina e o Dia Nacional do Indio. Nela foi oficializado o Parque Nacional do Xingu. O prédio tem uma arquitetura histórica de "Art Nouveau" e teve ilustres presenças para a história do Brasil e do Mundo, que passaram ali. O prédio é tombado pelo patrimônio histórico, por ser construído antes de 1937. Desde 2005 ocorre ali uma ocupação indígena com mais de 15 etnias. E, inconstitucionalmente, o Estado do Rio está querendo demolir para transformar num shopping (na verdade um estacionamento - grifo meu) para a Copa do Mundo.
De: Rafael Aldeia Maracanã Rodrigues

sábado, 12 de janeiro de 2013

*NA ALDEIA MARACANÃ, INDÍGENAS RESISTEM A REMOÇÃO DO SEU POVO DO LOCAL E A DEMOLIÇÃO DO PRÉDIO HISTÓRICO QUE FOI O PRIMEIRO MUSEU DO ÍNDIO*

A gestão de Sérgio Cabral  e Eduardo Paes no Rio de Janeiro está passando o trator, o rodo e tudo mais em qualquer tipo de patrimônio cultural do estado, infringindo leis como a que protege de demolição prédios construídos antes de 1937, que é o caso deste aí (primeiro museu dos índio) construído em 1872...
A Aldeia Maracanã conclama a toda sociedade para participarem dos protestos contra a remoção dos povos indigenas que vivem no antigo museu do índio e protestar contra a demolição deste prédio mais que centenário...
Aldeia Maracanã como está hoje...
*Aldeia Maracanã na década de 40 com o Derby clube e suas baias para cavalos no entorno do prédio do museu do índio*


ALDEIA MARACANÃ (Síntese histórica)

para os que acham que a luta pela sua preservação é só capricho de meia dúzia de índios e eco-chatos, como já foi dito aqui por alguns neo-fascistas

Aldeia Maraca-Nã e sua Importância como Patrimônio Brasileiro - Terreno de 14.500m2 doado pelo Duque de Saxe em 1865 para ser um Centro de Pesquisa e Referência Indígena e Sementes Nativas e Caboclas. Em 1910, o Marechal Rondon cria lá o SPI (Serviço de Proteção ao Indio). Em 19/04/1953 Darcy Ribeiro cria ali o primeiro Museu do Indio da América Latina e o Dia Nacional do Indio. Nela foi oficializado o Parque Nacional do Xingu. O prédio tem uma arquitetura histórica de "Art Nouveau" e teve ilustres presenças para a história do Brasil e do Mundo, que passaram ali. O prédio é tombado pelo patrimônio histórico, por ser construído antes de 1937. Desde 2005 ocorre ali uma ocupação indígena com mais de 15 etnias. E, inconstitucionalmente, o Estado do Rio está querendo demolir para transformar num shopping (na verdade um estacionamento - grifo meu) para a Copa do Mundo.
De: Rafael Aldeia Maracanã Rodrigues

sexta-feira, 22 de junho de 2012

*Rio + 20*




*Bambu Total, uma prática de atividades físicas baseada em outras práticas como a yoga só que com o uso do implemento bambu. Muito Show!





*Música com instrumentos reciclados, destaque para o meu amigo Wellington do Farofa Carioca de blusa preta.
*Jogo das árvores com direito a improvisos e criação de regras pelo grupo, além do cheirinho das respectivas árvores

sexta-feira, 6 de abril de 2012

*Os Legados Ancestrais na Cultura Afro-Indígena Brasileira e a Implementação da Lei 11.645/2008*

Republicando hoje em Repudio às ações de Plágio feitas pelo cidadão guineense Cécil Policarpo Cabral D'almada que  utilizou este texto numa palestra,e, num ato de total falta de ética retirou o meu nome e colocou o dele embaixo. Ainda temos Direitos Autorais neste país! Este texto foi publicado pela primeira vez na Revista África e Africanidades com ISSN 1983.2354, em 09/05/2010 e aqui em 27/05/2010.

Denise Guerra
As heranças culturais entre os índios e descendentes africanos brasileiros guardam muitas semelhanças. Ambos os povos que deram origem aos brasileiros (negros e índios) foram expulsos de suas terras, roubados em suas culturas, desvalorizados quanto as suas vozes-línguas, execrados nos seus costumes, feridos quanto as suas crenças religiosas e estigmatizados quanto as suas identidades, para que assim servissem aos desejos do colonizador como marionetes vivas. Entretanto, como observou Freire (2004) os povos em questão utilizaram-se de uma “Manha histórica” como postura de sobrevivência e resistência. É esta manha histórica que deu origem a tão rica cultura (música, dança, arte, literatura etc.). A cultura afro-indígena brasileira é herdeira de grande beleza e peculiaridade singular.

Alguns símbolos são igualmente significantes nas culturas africanas e indígenas. Ao discorrer neste trabalho sobre os referidos símbolos intenciono propor seu reconhecimento e valorização para a afirmação da nossa identidade étnico-cultural. Desta forma, chamarei a atenção para as diversas insígnias entrecruzadas pelos afro-indígenas brasileiros. Num segundo momento, levanto sugestões para o trabalho docente nas diversas disciplinas da educação básica, reiterando que a prática escolar pode e deve ultrapassar os limites da lei 11.645/08 visto que a realidade possui dimensões bem maiores.
A TERRA: o primeiro de todos os símbolos afro-indígenas é considerada pelos seus filhos um Espaço de Vida, um Templo Sagrado acolhedor e fonte de riqueza. Homem e Natureza vivem uma comunhão de amparo mútuo e de integração a partir do respeito e da reverência. Na Dupla vivência do Homem com a Natureza os povos indígenas e africanos não vêem separação, fazem invocações, saudações à natureza especialmente às Árvores e aos seres Ancestrais. A natureza e os seres ancestrais por sua vez lhes dão sinais e apontam caminhos através dos trovões, das águas, dos ventos, dos animais, dos espíritos etc. Há uma relação de respeito e não de posse nas culturas afro-indígenas em relação a terra, tanto assim que os africanos chegam a dizer que não são eles os donos da terra, é a terra que os tem. A visão de mundo de ambos é de forma cíclica e não linear. Os afro-indígenas atribuem a terra um valor tal que sem ela é como se lhes faltassem o ar.

AS ÁRVORES: Falando da terra somos levados a pensar nos seus frutos, cito particularmente as árvores pela simbologia que as cerca em ambas as culturas. Por extensão, a relação com a natureza para ambas as culturas é muito próxima. Os indígenas acreditam que as árvores são espíritos que já foram pessoas e agora vivem nesta forma de vida. Os Deuses indígenas estão distribuídos na natureza e seus ancestrais são lembrados, valorizados e cultuados como fazem os africanos com seus ancestrais. As árvores são também associadas aos contadores de história detentores da arte e da magia de encantar pela tradição oral. Segundo a tradição africana, nas árvores pode ser plantado o axé do povo de santo de uma casa. Diz-se que antigamente quando um griot morria abria-se o tronco de um baobá e sepultavam o corpo do morto neste tronco. “O Tempo dá, o tempo tira, o tempo passa, a folha vira” (Provérbio africano)

A TRADIÇÃO ORAL: é de suma importância para as culturas afro-indígenas. A Voz e a Língua Afro-Indígena que traduzidas na cultura oral contam suas histórias, cantam seus orikis, lançam luz à magia dos seus mitos, trazem suas memórias, ensinam através de provérbios aos pequenos curumins, ibejis, erês, crianças, a cultura de seu povo e a direção que devem tomar em suas vidas. Por muito tempo os Afro-indígenas brasileiros foram forçados ao silenciamento e arrancados de dentro dos seus significados linguísticos, no entanto, não se tira o pensamento de uma pessoa, nossos antepassados continuaram pensando em suas línguas, produzindo cultura, transmitindo e ensinando mesmo que através do discurso simbólico como é o caso do Jongo. Nas vozes dos mais velhos o segredo e os costumes são passados como garantia de manter as heranças ancestrais.

A ARTE: uma das marcas mais fortes de identidade étnica é a arte criada por um povo. Neste ponto os afro-indígenas foram bastante singulares, pois, produziram sua arte em referência às suas vidas como auto afirmação e não mera reprodução de modelos acadêmicos. A arte para os afro-indígenas tem um valor diferente da arte do homem europeu. Antônio Olinto (in Lody e Olinto 2007 – Olinto foi adido cultural do Brasil na Nigéria) dizia que:

“o africano não esculpe uma figura ele é a figura que esculpe. Não dança. Ele é a dança.Na identidade perfeita sujeito objeto, o africano é a coisa que faz. Para ele, todos os objetos do mundo estão ligados entre si e estão ligados ao seu corpo e ao seu espírito.”

A arte afro-indígena soma utilidade e estética com fins de prazer, beleza e fruição, que identifica seu povo. A arte afro-indígena pode estar nos objetos, na música, dança, pintura corporal, artesanato e nos rituais sagrados.
O SAGRADO: Os povos afro-indígenas são politeístas e seus deuses encontram-se preferencialmente relacionados à natureza. Os principais dirigentes dos saberes e segredos mágicos nestas duas culturas são o xamã ou o pajé(na cultura indígena), e o pai(mãe) de santo ou babalaô(na cultura afro). Ambas as autoridades religiosas, dos afro-indígenas, utilizam-se dos conhecimentos de plantas e ervas, possuem poderes curativos, alguns tem o dom da vidência e muito prestígio dentro de suas comunidades. A noção de convivermos com dois mundos simultâneos, um visível e o outro invisível (Orum e Ayê da cultura afro) está para os afro-indígenas na mesma conta.

IDENTIDADE ÉTNICA: Passando por áreas tão sensíveis como a natureza, a arte e o místico, podemos dizer que chegamos a uma mostra do que pode ser a identidade étnica afro-brasileira. A identidade étnica é um fenômeno em permanente construção, ela pode afirmar ou negar o pertencimento de uma pessoa recriando significados e intencionalidades. A visão do homem e da sociedade nas comunidades afro-indígenas também parte do mesmo ponto: O coletivo vem antes do individuo, há o conceito de famílias extensas onde todos os membros cuidam igualmente uns dos outros como se segue na criação dos filhos, todos da comunidade são responsáveis. O convívio em grandes grupos comunitários realizando tarefas em conjunto é desejado por todos. A identidade étnica Afro-indígena está certamente nesta integração de povos que valorizam a tradição, a natureza, o convívio com os “parentes” e seus ancestrais.

EDUCAÇÃO: Depois de conhecer os aspectos marcantes e semelhantes das culturas afro-indígenas passamos a pensar na implementação da Lei nº 11.645, de 10 março de 2008 que altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei no 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”.
Apesar das discussões delimitadas na lei, percebe-se que as diversas áreas do currículo escolar carecem de investimentos para que possa contribuir igualmente com seus conhecimentos, o que enriqueceria as discussões e ampliaria o espaço de atuação dos docentes e de esclarecimentos dos discentes na direção de uma verdadeira educação para a diversidade étnica e cultural brasileira. Seguem-se agora algumas sugestões do que cada disciplina do currículo da educação básica brasileira poderia vislumbrar em suas práticas nas escolas.

Português/Literatura: desde o seu objeto privilegiado, contos, lendas, mitos, poesias, etc. até a exposição de um dicionário repleto de palavras derivadas das línguas étnicas ameríndias e africanas, a língua oficial portuguesa do Brasil conta com as interferências do bilingüismo afro-indígena e a riqueza da tradição oral destes povos. Ressalta-se aqui o poder da voz nestas culturas multiétnicas.
A Arte: a arte brasileira nas suas diversas manifestações é herdeira de gingados, traçados, ritmos, poesias, e outras estruturas; ela nos identifica, particulariza, fortalece e perpetua através das resistências. A arte pode ser um veículo de expressão agregador das diversas heranças culturais.

A Matemática: hoje tão técnica nas grandes cidades, talvez possa ensinar cálculos, medições, quantificações e estratégias de outras maneiras, por exemplo, trilhando os caminhos da etnomatemática. Conforme Lopes (2006) a etnomatemática, estudada atualmente na Faculdade de Educação da USP, é uma moderna forma de ensino da matemática que é feita levando-se em conta o fato de que povos de várias partes do mundo desenvolveram métodos próprios de contar, medir e marcar o tempo, como ficou evidenciado em algumas tradições africanas.

A Geografia: situando os climas, os tipos de solos, as vegetações, os territórios e a população das terras brasilis e africanas com suas diferenças étnicas e as diversas mudanças bio-psico-sociais que sofreram com a mestiçagem e a exposição a tantas intempéries naturais, contribui para o conhecimento do ser afro-indígena brasileiro e do mundo que nos cerca.

A História: pode contribuir promovendo o resgate histórico entre o Brasil, a África e as diversas etnias ameríndias e africanas valorizando o passado, reconhecendo as culturas e suas singularidades, suscitando reflexões sócio políticas e antropológicas.

As Ciências Biológicas: pesquisando sobre a saúde da população afro-indígena brasileira que com certeza recebe os ônus e os benefícios promovidos pelas misturas étnicas. Da mesma forma, pode ilustrar os estudos das espécies da falna e da flora vindos da África para o Brasil e as espécies derivadas nesta terra, além das questões relacionadas às heranças nutricionais que marcam os seres da nossa cultura.

A Educação Física: trabalhando a ressignificação da cultura corporal com suas práticas culturais, folclóricas, esportivas e ou lúdicas reforçando nossa realidade e nossa diversidade. Dando suporte a valorização da imagem corporal, reforçando o pertencimento as etnias originárias do nosso povo, bem como, nossa auto afirmação identitária. Promovendo a inclusão e a não discriminação quanto ao gênero, etnias, condição física ou social.

Nos quilombos, nas aldeias, ou nas escolas, lugares feitos para agregar pessoas, conhecimentos, cumplicidades, interesses mútuos e resistências culturais, sempre houve e sempre haverá uma boa causa para fazer valer nossas essências humanas. Que a educação no Brasil possa ser plural, voltada para a diversidade e contra toda forma de discriminação. Que nós possamos nos comprometer com a verdade, a justiça, a honestidade, e com o respeito as nossas Heranças Ancestrais.
“Que A Água Seja Refrescante, Que A Casa Seja Hospitaleira, Que O Mensageiro Conduza Em Paz Nossa Palavra” (Benção Yorubá)

Bibliografia

•FREIRE, Paulo. Pedagogia da tolerância: organização e notas de Ana Maria Araújo Freire. São Paulo: UNESP, 2004.
•FITIPALDI, Ciça. O Menino e a Flauta(Mito Nambiquara). SP: Melhoramentos, 1998.
•LODY, Raul. África: a Arte do Tempo. Textos Antonio Olinto e Raul Lody (org.) Rio de Janeiro: SESC. 2006.
•LOPES, Nei. Bantos, Malês e identidade negra. Belo horizonte: Autêntica, 2006.
•______Dicionário escolar afro-brasileiro. São Paulo: Selo Negro Edições, 2006.
•______Enciclopédia Bras. Da Diáspora Africana São Paulo: Selo Negro Edições, 2004.
•MARCUS, Cledes. Identidade Étnica E Educação Escolar Indígena (Dissertação De Mestrado). FURB: Blumenau, 2006.
•MUNDURUKU, Daniel. Contos Indígenas Brasileiros. São Paulo: Global, 2004.
•SANTOS, Inaicyra Falcão dos. Corpo e Ancestralidade: uma proposta pluricultural de Dança Arte-educação. São Paulo: Terceira Margem, 2006.
•THEODORO, Helena. Cultura Afro-brasileira. Rio de Janeiro: CEAP, 2007.

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*Publicado na revista http://www.africaeafricanidades.com.br

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Estréia hoje XINGÚ o filme,nos Cinemas brasileiros... Assistam!



Anos 1940. Três jovens irmãos decidem viver uma grande aventura. Orlando (Felipe Camargo), 27 anos, Cláudio (João Miguel), 25, e Leonardo (Caio Blat), 23, os Irmãos Villas-Bôas, alistam-se na Expedição Roncador-Xingu e partem numa missão desbravadora pelo Brasil Central. A saga começa com a travessia do Rio das Mortes e logo eles se tornam chefes da empreitada, envolvendo-se na defesa dos povos indígenas e de suas diversas culturas, registrando tudo num diário batizado de A Marcha para o Oeste.

Mais velho dos irmãos, Orlando é o articulador entre as etnias indígenas e o poder oficial, responsável por brecar a ingerência externa. Já Cláudio, é o grande idealista e o mais consciente da contradição da expedição – “Nós somos o antídoto e o veneno”, diz. O caçula é Leonardo, vibrante e corajoso. No entanto, suas atitudes podem causar um preço alto para a aventura dos irmãos.

Numa viagem sem paralelo na história, com batalhas, 1.500 quilômetros de picadas abertas, 1.000 quilômetros de rios percorridos, 19 campos de pouso abertos, 43 vilas e cidades desbravadas e 14 tribos contatadas, além das mais de 200 crises de malária, os irmãos Villas-Bôas conseguem fundar em 1961 o Parque Nacional do Xingu, um parque ecológico e reserva indígena que, na época, era o maior do mundo, do tamanho de um país como a Bélgica.

Numa viagem sem paralelo na história, com batalhas, 1.500 quilômetros de picadas abertas, 1.000 quilômetros de rios percorridos, 19 campos de pouso abertos, 43 vilas e cidades desbravadas e 14 tribos contatadas, além das mais de 200 crises de malária, os irmãos Villas-Bôas conseguem fundar em 1961 o Parque Nacional do Xingu, um parque ecológico e reserva indígena que, na época, era o maior do mundo, do tamanho de um país como a Bélgica.

http://www.xinguofilme.com.br/

sábado, 17 de março de 2012

*CULTURA INDÍGENA NO MARACANÃ!!! IMPERDÍVEL!!!*


HOJE TEM FUNÇÃO NA ALDEIA MARACANÃ: HISTÓRIAS INDÍGENAS, PALESTRAS, BRINCADEIRAS PARA OS CURUMINS, DANÇAS INDÍGENAS, ARTESANATOS, COMIDAS TÍPICAS E MUITO MAIS!!! Endereço: Av. Radial Oeste, nas dependências do Maracanã, em frente a estação de Trem do Maracanã. Entrada Franca!!! Evento das 11:00 as 18:00horas. Prestigie!!!

sábado, 11 de fevereiro de 2012

**Mais um dia de Consciência Indígena na Aldeia Maracanã - 11/02/2012 - Rio de Janeiro*

*Danças puxadas pelos índios de várias etnias: Puri, Guajajara, Pataxó.. Aqui, estou de azul dançando com a indiazinha Manuni à minha frente.
*Índio Aracuri Pataxó, atleta dos jogos dos povos indígenas, falando dos jogos e fazendo a demonstração de uma modalidade que é a Zarabatana* 
*Dança puxada pela índia em destaque de cocar amarelo e azul no meio de nós, ela é contadora de histórias indígenas...
*Mais um indígena puxando danças com energias muito positivas!
Desde bem pequenino, assimilando a cultura indígena...
*Faixada externa da Aldeia Maracanã na Radial Oeste, nos fundos do estádio do Maracanã. Neste local foi o primeiro museu do índio. A luta é grande para preservar, e nós estamos lá!

sábado, 21 de janeiro de 2012

*Estivemos no Dia da Consciência Indígena (21/01) Promovido pela Aldeia Maracanã - Rio de Janeiro

*Arte dos Guajajaras*
*O poder público continua com o descaso na assistência aos irmãos indígenas, verdadeiros donos destas terras brasilis! Alô Presidenta, quando é que vamos dar a devida dignidade aos nossos parentes indígenas???
*Precisa Desenhar mais?* Belo Monte não é bem-vindo!!!
*José Guajajara, Potira e Manumi, super receptivos!!!
*Olha só como ficou bonito!!!*
*Os amigos do Facebook também estiveram lá prestigiando! esta é a Cris do Instituto Ubuntu*
Mais informações sobre estas e outras ações indígenas no site:

*LITERATURA INDÍGENA NA REVISTA CONTINENTE*



A Revista Continente é uma publicação da Companhia Editora de Pernambuco (CEPE). Por Luiz Arrais, superintendente de criação, fui convidado a ilustrar a capa e a respectiva matéria especial da edição #133, que trata da chamada literatura indígena. 



A matéria, assinada pela jornalista Isabelle Câmara, destaca o crescente interesse por obras de autores indígenas no cenário editorial brasileiro. Diversos autores são lembrados, tais como Marcos Terena, Eliane Potiguara, Graça Graúna, Olívio Jekupé, Nhenety Kariri-xokó, Tkainã, Vãngri Kaingáng e outros. Há também uma entrevista com o escritor Daniel Munduruku, que expõe sua percepção sobre a literatura indígena e toda a sua diversidade étnico-cultural. Também dei uma palhinha sobre o tema. Quem puder, confira a Continente, uma publicação muito bem cuidada. 




Tanto tradicionais quanto contemporâneas, ilustrei a matéria com estas as duas licocós acima, ou bonecas de barro feitas pelas mulheres Karajá. Uma delas lê. Enquanto a outra, digita em seu laptop. A identidade, manifesta nas formas, adereços e pintura corporal, dialoga com a contemporaneidade. Já para capa fiz um tributo ao povo Kambiwá, natural do sertão do Pernambuco (Ibimirim, Inajá, Floresta). Com seu paramento de palha de caroá, e maracás em punho, um índio participa do ritual do praiá. Do diadema, disposto feito uma boca, em vez de penas projetam-se línguas. Cada qual relacionada a uma família linguística indígena.

Fonte:

http://danielmunduruku.blogspot.com/

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

*DIA DA CONSCIÊNCIA INDÍGENA: A RESISTÊNCIA DA CONFEDERAÇÃO DOS TAMOIOS - AIMBÊRE HOMENAGEADA PELO CACIQUE VALDELICE TUPINAMBÁ *


CENTRO CULTURAL INDÍGENA - RJ
DIA DA CONSCIÊNCIA INDÍGENA: A RESISTÊNCIA DA CONFEDERAÇÃO DOS TAMOIOS - AIMBÊRE
HOMENAGEADA PELO CACIQUE VALDELICE TUPINAMBÁ


PROGRAMAÇÃO:
11h - Culinária Indígena, grafismo, artesanatos de várias etnias, sabonetes de Niara do Sol;
14h - Curso de Tupi-Guarani com os professores Urutau Guajajara e Zahy Guajajara
15 - Palestra com Sassá Tupinambá
16h - Contação de histórias com Indiara Caiapó, Doytyró Tucano, Dauá Puri, Carolina Potiguara, Zahy Guajajara, Afonso Apurinã e o teatro de bonecos das amigas Carmel Puri e Melissa Coelho.
17h - Iwira'ohaw (festa do moqueado, etnia Guajajara), Toré (ritual Pataxó) e a dança do A'uwe com as etnias Puri, Apurinã, Potiguara e várias outras
18h - Projeto "O Retorno da Arara Amarela"

APOIO: ISERJ, C E S A C, PROGRAMA TURMA CIDADÃ - CEFET, ÍNDIOS EM MOVIMENTO, CAEMA, SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS, OAB,DEFENSORIA PÚBLICA, GRUMIM, CEPPIR, PROJETO REDES, IAB E O PROJETO CANOA DO TEMPO.

LOCAL: ALDEIA MARACANÃ
RUA MATA MACHADO,126 - MARACANÃ - RJ -
PRÓXIMO À UERJ
ENTRADA PELA RADIAL OESTE.

ENTRADA FRANCA

http://centroculturalindigena.jimdo.com/
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