quinta-feira, 31 de março de 2011

*Evento de Prosa, Música e Poesia - Ponto de Cultura Arte e Memória no Subúrbio do Rio de Janeiro*

No dia 09 de abril teremos o encontro de Prosa música e Poesia, será uma homenagem as mulheres e uma homenagem as manifestações culturais e os artistas do Suburbio, que transmitem o seu trabalho "em um bar em troca de pão, onde muita gente boa pôe o pé na profissão" então convocamos todas as mulheres e homens amantes da boa conversa, da música de qualidade e da poesia que ultrapassa fronteiras e classes sociais para estarem presentes neste encontro   que será no seguinte local e horário:
 
Bar do Moraes ( Antigo Bar do seu zé).
Endereço: Rua General Claudio S/N - Marechal Hermes - Ponto de referencia -Na descida que vai para Vila Militar.
Horário: 17:00 Horas
Data: 09 de abril (Sábado)
Obs.: Traga seu instrumento, suas músicas e poesias se não trouxer nada não tem importância, a sua presença é o sentido da inspiração das nossas obras.
Em breve estaremos divulgando o release do evento.
Divulguem e apareçam.
 
Um grande abraço.
 
Equipe Ponto de Cultura Arte Memória no Subúrbio.
 

segunda-feira, 28 de março de 2011

*Cursos Gratuitos para Alunos da Rede Pública de Ensino*


O TEAR gostaria de contar com a sua colaboração divulgando as OFICINAS NAS VÁRIAS LINGUAGENS DA ARTE, GRATUITAS para crianças e adolescentes, alunos da rede pública.
ARTES INTEGRADAS (teatro, dança, música, literatura e artes visuais)
Para Crianças de 6 a 8 anos: 4ª e 6ª feira, de 9h às 11h
Para Crianças de 9 a 11 anos: 3ª e 5ª feira, de 9h às 11h
TEATRO e DANÇA
Para adolescentes de 14 a 16 anos: 2ª e 4ª feira, de 14h às 18h
MÚSICA
Para adolescentes de 12 a 16 anos: 2ª e 4ª feira, de 14h às 16h
ARTES VISUAIS E LITERATURA
Para adolescentes de 12 a 14 anos: 2ª e 4ª feira, de 14h às 16h
NÚCLEO DE MÍDIA
Para jovens de 15 a 18 anos: 3ª e 5ª feira, de 14h às 16h
Início das aulas: 15 de março
As oficinas fazem parte do Programa de Formação Artístico-Cultural do TEAR.

Para se inscrever é só ligar e marcar a entrevista!
Tel: 55 21 3238-3690/ 2238-4927
Rua Pereira Nunes, 138 – Tijuca - Rio de Janeiro
www.institutotear.org.br
tear@institutotear.org.br
 

*ENCONTRO DE CRONÓPIO*

“Encontro de Cronópios”,  para todas e todos, entusiastas de Julio Cortazar, de sua obra literária e a todos os amantes do cinema em geral.
Deleitem-se, e descubram se são Cronópios ou Famas!
    Gentilmente,
   Karla Cris Belfort
   Produção 

sexta-feira, 25 de março de 2011

*Miss Imperfeita - Martha Medeiros*

Imagem:


'Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer. A imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe, filha e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado, decido o cardápio das refeições, cuido dos filhos, telefono sempre para minha mãe, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos e ainda faço as unhas e depilação!
E, entre uma coisa e outra, leio livros.

Portanto, sou ocupada, mas não uma workholic.
Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.
Primeiro: a dizer NÃO.
Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO.
Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. 
Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.
Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros..
Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.
Você não é Nossa Senhora.
Você é, humildemente, uma mulher.
E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável. É ter tempo.
Tempo para fazer nada.
Tempo para fazer tudo.
Tempo para dançar sozinha na sala.
Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.
Tempo para sumir dois dias com seu amor.
Três dias..
Cinco dias!
Tempo para uma massagem..
Tempo para ver a novela.
Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.
Tempo para fazer um tr abalho voluntário.
Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.
Tempo para conhecer outras pessoas.
Voltar a estudar.
Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.
Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.
Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.
Existir, a que será que se destina?
Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.
A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.
Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.
Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!
Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente.
Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.
Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.
Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.
E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante' 

Martha Medeiros - Jornalista e escritora
(Texto na Revista do Jornal O Globo)

sexta-feira, 18 de março de 2011

*18 de Março - Dia da Criança Indígena na Venezuela*

Imagem campanha do Unicef  Contra o Racismo na Infância

Caracas, 18 mar (Prensa Latina) O Dia da Criança Indígena estará dedicado hoje ao reconhecimento e inclusão dos povos originários nas políticas sociais impulsionadas pelo governo venezuelano.

Nas diferentes regiões com comunidades ancestrais se realizarão festejos e jogos tradicionais para celebrar esta data, como o arco-e-flecha, corrida de sacos e de velocidade, entre outros.

Além disso, nas celebrações se poderá degustar comidas e bebidas tradicionais e haverá exibição de danças, representações, entre outras.

Com diversas atividades, a cada ano, as crianças das etnias, Arawak, Warao, Pumé, Bari, Yekuana, Yanomami, Kariña, Pemón, Panare, Wayúu, Añú, Jibi, entre outras, celebram este importante dia.

Há 30 anos, a data só se dedicava ao Dia da Criança Wayúu e era celebrada no município Guajira, estado de Zulia.

A festividade foi crescendo e começou chegar a grandes cidades como Maracaibo, para converter-se em um dia nacional.

Na Venezuela, antes de 1999, durante a chamada Quarto República, os povos ancestrais estavam esquecidos e foi somente com a chegada de Chávez à presidência, que se implementaram políticas inclusivas em benefício destas populações.

Em particular, garante-se o acesso de meninos e meninas à educação, à saúde e outros serviços essenciais.

Dentro dos avanços com relação à reivindicação das comunidades originárias da Venezuela destaca-se a criação do Ministério para os Povos Indígenas.

Além disso, uma série de normativas como a Lei do Artesão e Artesã, a do Patrimônio Cultural dos Povos e Comunidades e a Lei de Idiomas Indígenas.

A Constituição de 1999 reconhece os direitos inalienáveis dos povos ancestrais, fixa as bases para um desenvolvimento equilibrado das etnias sobreviventes, salvando sua cultura, cosmovisão, medicina e costumes em geral.

Também contempla o respeito aos lugares que por milhares de anos utilizam para viver e se desenvolver.

mv/otf/es
Prensa Latina

sábado, 12 de março de 2011

*O TREM*

Uma Linha
Um Caminho no Além
Lá vai o Trilho
Lá vai o Trem
*
A Chuva Desce
O Sol Aquece
Lá vai o Brilho
Na Linha do Trem
*
O Homem Canta
A Mulher Manca
Ouve-se o Grito
Barulhento do Trem
*
Corpos Sacodem
Vendedores o Percorrem
Este é o Agito
Turbulento do Trem
*
Denise Guerra

sexta-feira, 11 de março de 2011

*Lembrete do Quintana*

                        Só um lembrete do Quintana ...
'A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira. ..
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê, já passaram-se 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado.
Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas.
Desta forma, eu digo:
 Não deixe de fazer algo que gosta, devido à falta de tempo,
pois a única falta que terá,
será desse tempo que infelizmente não voltará mais.'
Mário Quintana 

terça-feira, 8 de março de 2011

sexta-feira, 4 de março de 2011

*Vento em Polpa*

O Vento Não é Mudo
Porém, Muda
Paisagens, Rotinas, Viagens...
Roda Moinhos, Morrinhos, Miragens...
*
O Vento Fala aos Meus Ouvidos
Sopra o Mato
Balança as roupas
Tremula Bandeiras, Birutas, Velas,
Arrepia a Pele...
*
Denise Guerra

terça-feira, 1 de março de 2011

*Parabéns CIDADE MARAVILHOSA pelos 446 anos de existência, Muitas Felicidades, Muitos anos de vida!!!

RIO EU TE AMO!!!

*Hino Nacional: Orgulho também dos indígenas em Maturuca - Por Altamiro Vilhena do Blog Impressões Amazônicas*

*Hino Nacional: Orgulho também dos indígenas na aldeia Maturuca, município de Uiramutã em Roraima - Por Altamiro Vilhena do Blog Impressões Amazônicas*



Caros amigos, quando vi esta postagem no blog do Altamiro fiquei encantada e pedi logo para compartilhar com os meus leitores. Gostaria muito de estar lá e conhecer o hino nacional em Macuxi (língua dos indígenas desta aldeia). Quero agradecer imensamente ao Dr. Altamiro por permitir que sua postagem fosse compartilhada aqui. Vejam o texto que acompanham estas fotos logo abaixo e visitem o Blog Impressões Amazônicas!

"Pela manhã acordo com o galo. Questiono-me se a festa realmente começará tão cedo, ao raiar do sol. A preguiça é grande, mas a curiosidade é maior e resolvo levantar, tomar um rápido café e ir ao pátio central. Cheguei atrasado. Crianças e jovens já estão dançando com suas roupas típicas em frente ao palanque onde diversas lideranças indígenas, políticas e espirituais discursam.
Começa o Hino. Entra uma atleta de futebol com a bandeira nacional. A emoção é grande e nítida, e aumenta quando o Hino é repetido, desta vez em Macuxi. Uma afirmação clara de que, diferente do que insinuam cartas inventadas que circulam pela internet, todos são orgulhosamente brasileiros."(Altamiro Vilhena)

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